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AS SUAS FRASES:
Amizade
Nada me deixa tão feliz quanto ter um coração que não se
esquece de seus amigos.
A tragédia do Rei Ricardo II (1595-1596)
Ato II - Cena III: Bolingbroke
A amizade é constante em tudo, menos nos assuntos do amor.
Muito Barulho por Nada (1598-1599)
Ato II - Cena I: Cláudio
Os amigos que tiveres e cuja adoção puseres à prova,
sujeita-os à tua alma com arcos de aço, mas não calejes a
palma de tua mão com apertos a todo sujeito mal saído ainda
implume da casca
do ovo.
Hamlet (1600-1601)
Ato I: Cena III: Polônio
Por acaso tem a amizade um coração tão fraco, que numa
noite ou pouco mais se muda?
Timão de Atenas (1607-1608)
Ato III - cena i: Flamínio
Ninguém sabe onde têm um amigo.
A tempestade (1611-1612)
Ato II - Cena II: Estéfano
Amor
Menos ama que só fala de amor.
Os dois cavalheiros de Verona (1594-1595)
Ato I - Cena II: Luceta
O sincero amor quase não fala; melhor se adorna com fatos e
ações a verdadeira fé não com palavras.
Os dois cavalheiros de Verona (1594-4595)
Ato II - Cena II: Proteu
Em tempo algum teve um tranquilo curso o verdadeiro amor.
Sonhos de uma noite de Verão (1595-1596)
Ato I - Cena I: Lisandro
Se não te l sempre em mira não ultrapassar a
modéstia da natureza, porque o exagero é contrário aos
propósitos da representação, cuja finalidade sempre foi, e
continuará sendo, como que apresenQue a discrição te sirva de
guia; acomoda o gesto à palavra e a palavra ao gesto, tendo
sempre em mira não ultrapassar a modéstia da natureza, porque o
exagero é contrário aos propósitos da representação, cuja
finalidade sempre foi, e continuará sendo, como que apresentar o
espelho à naturez, mostrar à virtude suas próprias feições,
à ignomínia sua imagem e ao corpo e idade a impressão de sua
forma. O exagero ou o descuido, no ato de representar, podem
provocar riso aos ignorantes, mas causam enfado às pessoas
judiciosas, cuja censura deve pesar mais em tua apreciação do
que os aplausos de quantos enchem o teatro.
Hamlet (1600-1601)
Ato III - Cena II: Hamlet
Bem e Mal
Aos homens sobrevive o mal que fazem, mas o bem quase sempre
com seus ossos fica enterrado.
Júlio César (1599-1600)
Ato III - Cena II: Antônio
As coisas em si mesmas não são nem boas nem más, é o
pensamento que as torna desse ou daquele jeito.
Hamlet (1600-1601)
Ato II - Cena II: Hamlet
Neste mundo terreno onde é louvável fazer o mal, o bem fazer
é insânia perigosa.
Macbeth (1605-1606)
Ato IV - Cena I: Lady Macduff
Cavalo
Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo!
A tragédia do Rei Ricardo III (1592-1593)
Ato V - Cena IV: Rei Ricardo
Céu
O céu é testemunha.
Otelo (1604-1605)
Ato I - Cena I: Iago
Ciúme
O ciúme é um monstro de olhos verdes, que zomba do alimento
de que vive.
Otelo (1604-1605)
Ato III - Cena III: Iago
Companhia
A sabedoria e a ignorância se transmitem como as doenças;
daí a necessidade de se saber escolher as companhias.
Henrique IV - 2ª Parte (1697-1598)
Ato V - Cena I: Falstaff
Conselhos
Não me aconselhes. Minhas desgraças gritam mais alto do que
o teu fraseado.
Muito barulho por nada (1598-1599)
Ato V Cena I: Leonato
Coragem
Corajoso é quem suporta sabiamente o que de pior a boca
humana exala.
Timão de Atenas (1607-1608)
Ato III - Cena V: Primeiro senador
Defeitos
Felizes dos que ouvem enumerar seus defeiros e assim podem
corrigir-se.
Muito barulho por nada (1598-1599)
Ato II - Cena III: Benedito
Demora
Demora não é recusa.
Antônio e Cleópatra (1606-1607)
Ato II - Cena I: Menécrates
Desgraça
Uma desgraça nunca vem sozinha.
Péricles (1608-1609)
ato I - Cena IV: Cleão
Deve ser
As coisas devem ser o que podem ser.
Péricles (1608-1609)
Ato II - Cena I: Primeiro Pescador
Dinamarca
Há algo de podre no reino da Dinamarca.
Hamlet (1600-1601)
ato I - Cena IV: Hamlet
Dor
Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.
Muito barulho por nada (1598-1599)
Ato III - Cena II: Benedito
Dúvidas
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o quer
poderia ser nosso pelo simples medo de tentar.
Medida por Medida (1604-1605)
Ato I - Cena IV: Lúcio
Elogio
Quem quer que se elogie, a não ser pelos seus próprios atos,
destrói os atos com o elogio.
Trólio e Cressida (1601-1602)
Ato II - Cena III: Agaménomne
Ensinar
É mais fácil ensinar vinte pessoas como devem comportar-se
de que ser uma das vinte e seguir minha própria doutrina.
O mercador de Veneza (1596-1597)
Ato I - Cena II: Pórcia
Estrela
Queres pegar estrelas cintilantes porque no alto as enxergas?
Os dois cavalheiros de Verona (1594-1595)
Ato III - Cena I: Duque
Experiência
Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo
como mestre. A experiência se adquire na prática.
Os dois cavalheiros de Verona (1594-1595)
Ato I - Cena III: Antônio
Falador
Antes ser censurado por calado do que por falador.
Bem está o quem acaba (1602-1603)
Ato I - Cena I: Condessa
Felicidade
Nossas vidas não contém um minuto, um só, que deva passar
sem nos deixar qualquer ventura.
Antônio e Cleópatra (1606-1607)
Ato I - Cena I: Antônio
Fidelidade
Sê fiel a ti próprio: segue-se disso, como o dia à noite,
que a ninguém serás falso jamais.
Hamlet (1600-1601)
Ato I - Cena III: Polônio
Fim
Sendo o fim doce, que importa que o começo amargo fosse?
Bem está o que acaba (1602-1603)
Ato V - cena III: Rei
Fúria
FicarFicar enfurecido é revelar-se assombrado de medo.
Antônio e Cleópatra (1606-1607)
Ato III - Cena XI: Enobarbo
Homem
Que é o homem, se sua máxima ocupação e o bem maior não
passam de comer e dormir?
Hamlet (166-1601)
Ato IV - Cena IV: Hamlet
Honra
Que é honra? uma palavra. Que há nessa palavra, honra?
Vento, apenas.
Henrique IV - 1ª Parte (1597-1598)
Ato V - cena I: Falstaff
Idade
Não sou tão jovem (...) para amar uma mulher por causa de
seu canto, nem tão velho para me apaixonar por ela sem motivo.
Rel Liar (1605-1605)
Ato I- Cena IV: Kent
Impossível
Não diga impossível o que apenas aparenta ser improvável.
Medida por Medida (1604-1605)
Ato V - Cena I: Isabela
Memória
Os defeitos dos homens são gravados no bronze, as boas
qualidades escrevemo-las na água.
A famosa história da vida do Rei Henrique VIII (1612-1613)
Ato IV - Cena II: Griffith
Mérito
Se fosseis tratar as pessoas de acordo com o merecimento de
cada uma, quem escaparia da chibatada?
Hamlet (1600-1601)
Ato II - Cena II: Hamlet
Monge
O hábito não faz o monge.
A famosa história da vida do Rei Henrique VIII (1612-1613)
Ato III - Cena I: Rainha Catarina
Nome
O que há num simples nome?O que chamamos rosa, com outro nome
não teria igual perfume?
Romeu e Julieta (1594-1595)
Ato II - Cena II: Julieta
Ouro
Nem tudo que reluz é ouro.
O mercador de Veneza (1596-1597)
Ato II - cena VII: Marrocos
Palavra
Quando poucas as palavras, raramente são desperdiçadas.
A tragédia do Rei Ricardo II (1595-1596)
Ato II - cena I: Gaunt
Os que sabem jogar com as palavras facilmente as corrompem.
Noite de Reis (1599-1600)
Ato III - Cena I: Viola
Pior
Nunca sofremos o pior enquanto podemos dizer: "Isto é o
pior de tudo".
Rei Liar (1605-1606)
Ato IV - Cena I: Edgar
Poeta
Nenhum poeta deveria escrever sem que, primeiro, a tinta
temperasse nos suspiros do amor.
Trabalhos de amor perdidos (1594-1595)
Ato IV - Cena III: Biron
Rosto
Não existe arte que ensine a ler no rosto as feições da
alma.
Macbeth (1605-1606) Macbeth (1605-1606)
Ato I - Cena IV: Duncan
Ser
Ser ou não ser... eis a questão.
Hamlet (1600-1601)
Ato III - cena I: Hamlet
Silêncio
O resto é silêncio.
Hamlet (1600-1601)
Valor
Adeus, valor. Enferruja-te, espada. Cala-te, tambor.
Trabalhos de amor perdido (1594-1595)
Ato I - Cena II: Don Adriano
O verdadeiro valor não se revela em causa ruim.
Muito barulho por nada (1598-1599)
Ato V - Cena